/*
  Tokens da identidade visual dos Patês da Rafa.

  Fonte canônica única das cores e das fontes da marca. Quem lê este arquivo em
  tempo de execução são os geradores de peça, cada um na própria pasta em
  `marca/assets/`, cada um com seu próprio leitor: os montadores do panfleto e
  dos rótulos de bolachinhas e suco reprovam a geração se aparecer um
  hexadecimal que não esteja aqui.

  O site em rafa.etc.br não consome estas custom properties. O `styles.css` do
  repositório `C:\Dev\pates` repete os valores à mão, e não há teste que ligue
  os dois; fechar essa duplicação é tarefa aberta. Os geradores mais antigos,
  como os dos carrosséis, dos selos e da carta, também codificam a paleta.

  Os valores que o Python lê precisam ser literais. Não use `var()` nem
  `color-mix()` num token consumido por peça: o leitor devolve a string crua e
  ela iria parar dentro do SVG do jeito que está escrita aqui.
*/
:root {
  /*
    A cor de traço é da marca e é uma só. Ela desenha moldura, cabeçalho,
    filetes e cantoneiras, e não muda por sabor.

    Registro de uma confusão que já custou caro: o post da berinjela usava
    #3E4A2A e isso foi lido, mais de uma vez, como "a cor da berinjela". Nunca
    foi. Era a cor de traço da marca, igual em todas as pranchas. A cor de
    berinjela é #561269 e vive na faixa do rótulo do pote, não no traço da
    peça. Traço identifica a marca; faixa identifica o produto.
  */
  --pr-cor-traco: #3E4A2A;

  /*
    O papel da prancha e o fundo da etiqueta do pote são dois cremes com
    valores diferentes, e permanecem separados. O papel nasceu da prancha de
    herbário, o creme da etiqueta veio da arte plana do rótulo. Aproximar um do
    outro é decisão de marca a ser tomada olhando as duas peças juntas, não
    efeito colateral de arrumar token.
  */
  --pr-cor-papel: #FBF7EE;
  --pr-cor-tinta: #2B1F15;
  --pr-cor-numero: #6B7A3A;

  --pr-cor-etiqueta-fundo: #F2E8D5;
  --pr-cor-etiqueta-marca: #C0522F;
  --pr-cor-etiqueta-gravura: #5B2F02;

  /*
    Cor de sabor: o código visual do produto, amostrado das artes planas do
    rótulo (memória `pates_cores_faixa_etiqueta`). Só aparece na faixa da
    etiqueta do pote.

    Dois destes valores coincidem com cores de marca por acaso do olho, não por
    parentesco: labneh-zaatar repete o valor do traço, e coalhada-labneh repete
    o valor da numeração da prancha. Ficam escritos por extenso, e não como
    referência a `--pr-cor-traco` ou `--pr-cor-numero`, justamente para que
    mexer na cor da marca amanhã não arraste a cor de um sabor junto.
  */
  --pr-cor-sabor-berinjela-babaghanoush: #561269;
  --pr-cor-sabor-coalhada-labneh: #6B7A3A;
  --pr-cor-sabor-labneh-zaatar: #3E4A2A;
  --pr-cor-sabor-cenoura-ponzu: #C75B3C;
  --pr-cor-sabor-tomate-rostiti: #9F2B2B;
  --pr-cor-sabor-azeitona-preta-alho-poro: #2A3318;
  --pr-cor-sabor-cogu-creamy: #592700;

  /*
    As Bolinhas de Labneh são um produto com duas variantes, e cada variante tem
    a sua cor de faixa: elas dividem o nome na prateleira e é a cor que separa
    uma da outra. Os dois valores vêm do estudo aprovado, onde estavam escritos
    à mão dentro do SVG.
  */
  --pr-cor-sabor-bolinhas-de-labneh-pura: #9A7431;
  --pr-cor-sabor-bolinhas-de-labneh-mix-arabe: #8E4937;

  /*
    O azeitona nasceu no Canva com dois desvios do kit: a gravura em roxo e o
    nome do sabor no verde da faixa, onde os outros seis usam o marrom da
    gravura e o coral do nome. O Augusto decidiu manter os dois em 20/07/2026,
    então eles viram token de sabor em vez de correção. A faixa, essa sim,
    mudou: vinha no mesmo hex do labneh-zaatar e dois sabores com a mesma cor
    deixam de se identificar na prateleira.
  */
  --pr-cor-gravura-azeitona-preta-alho-poro: #390747;
  --pr-cor-nome-azeitona-preta-alho-poro: #3E4A2A;

  /*
    Cores das marcas, gravadas em 15/08/2026 pela política fixada no mesmo dia:
    marca ou linha nova ganha token antes de imprimir. Cor decidida dentro da
    arte é cor que ninguém mais encontra depois.

    A casa recebe token próprio com o mesmo valor que já usava emprestado de
    `--pr-cor-etiqueta-marca`. O valor não muda porque ele funciona e está
    impresso em oito rótulos; o que muda é o dono. A casa deixa de depender de
    um token de etiqueta de pote para dizer o próprio nome.
  */
  --pr-cor-marca-casa: #C0522F;

  /*
    O verde do ramo de sabugueiro quando a marca vai sobre fundo escuro.

    A negativa levava o ramo para `--pr-cor-numero`, e essa cor não sobrevive
    aos dois fundos escuros da casa: sobre o terracota ela dá 1,00:1 de
    contraste, porque as duas têm a mesma luminância, e o caule desaparece;
    sobre o marrom da folha aprovada dá 2,41:1, que ainda apaga a folha em
    redução. Este valor é o mesmo oliva clareado no próprio matiz, e leva o
    ramo a 3,13:1 no terracota e 7,59:1 no marrom.

    Ele existe para a negativa e só para ela. Em fundo claro o ramo continua
    em `--pr-cor-traco`, que dá 7,79:1 sobre o creme e não precisa de ajuda.
    Augusto decidiu em 27/08/2026, comparando os discos lado a lado.
  */
  --pr-cor-marca-ramo-negativo: #CFD7B7;

  /*
    OBA Bolachas: marrom de forno com o laranja no acento, os dois valores
    amostrados da arte original de 2017, com os papéis trocados.

    A troca resolve um conflito medido: o laranja de 2017 fica a 2,7 graus de
    matiz do terracota da casa, e na prateleira duas marcas a essa distância não
    leem como duas marcas, leem como a mesma cor impressa mal. Empurrar o matiz
    resolveria pouco, porque continuaria a mesma família sob a luz da gôndola. A
    separação que funciona é por luminosidade, e o marrom abre 15,5 pontos.

    O ganho decisivo é de legibilidade: sobre o creme, o marrom dá 6,72:1 de
    contraste, contra 2,49:1 do laranja. A etiqueta tem ingredientes, alergênicos,
    peso e validade correndo em corpo miúdo na circunferência, e com 2,49:1 esse
    texto não se lê impresso. Com o laranja como massa, a marca não conseguiria
    escrever na própria cor a informação que a lei manda declarar.

    O laranja não morre: ele vira o salpico da bolacha, que é onde ele já estava
    na arte de 2017, dentro da letra O desenhada como biscoito.
  */
  --pr-cor-marca-oba: #71442F;
  --pr-cor-marca-oba-acento: #F26B35;

  /*
    Verde Vida: verde de mata fechada, não o oliva da casa.

    A distância dos dois é o argumento. O traço da marca fica em 82,5 graus de
    matiz, que é um verde puxado para o amarelo; este fica em 146, que é a mata
    fria. Os 63,5 graus entre eles bastam para a garrafinha e o pote lerem como
    parentes na mesma bandeja, e não como a mesma cor aplicada duas vezes.

    O escuro também serve à peça: com 10,1 de contraste sobre o creme, o rótulo
    aguenta o dado obrigatório em corpo pequeno, e o suco continua sendo a coisa
    colorida da garrafa. Um verde claro disputaria com o líquido.
  */
  --pr-cor-marca-verde-vida: #1D3B2A;

  /*
    A serifada carrega o nome e a voz da marca; a sem serifa carrega dado e
    etiqueta. Estes dois tokens são para o site: nas peças a família vai
    embutida no SVG junto com o arquivo da fonte em data URI.
  */
  --pr-fonte-serif: "Fraunces", Georgia, serif;
  --pr-fonte-sans: "DM Sans", Arial, sans-serif;

  /*
    Nome de cada arquivo de fonte em `marca/assets/_comum/fontes/`. Os montadores
    leem estes bytes para embutir a fonte na peça, porque o Chrome headless não
    alcança fonte instalada no sistema quando rasteriza um SVG solto.
  */
  --pr-fonte-arquivo-serif: Fraunces-VariableFont_SOFT,WONK,opsz,wght.ttf;
  --pr-fonte-arquivo-serif-italico: Fraunces-Italic-VariableFont_SOFT,WONK,opsz,wght.ttf;
  --pr-fonte-arquivo-sans: DMSans-VariableFont_opsz,wght.ttf;
}
